DZK — Eternamente Punk (e teimosamente vivo)

🩸 DZK Nascida no caos do ABC paulista no início dos anos 80 como Decadência Social, a banda que viria a se tornar o DZK (Dizikilibriu Social) já começou do jeito certo: barulho, troca de integrantes e muita vontade de tocar.
Em 1982 já estavam no histórico festival O Começo do Fim do Mundo — ou seja, desde cedo metidos onde o bicho pegava. Em 1988, com o nome DZK, apareceram na coletânea Ronda Alternativa com a faixa “Juventude”… e logo depois fizeram o que toda banda punk raiz faz: acabaram. Mas punk que é punk não morre fácil. Dois anos depois, o baterista Makarrão (o único sobrevivente da formação original) resolveu ressuscitar o projeto na base do anúncio em jornal e loja de disco. Foi assim que encontrou o vocalista Barata e o baixista Charuto — combinação perfeita pra continuar o caos. Nos anos 90 vieram os lançamentos, com destaque pro clássico “De Geração para Geração, Eternamente Punk” — basicamente um manifesto sonoro de que o punk não envelhece, só fica mais casca grossa. Trocas de guitarristas, idas e vindas, discos, coletâneas… o DZK seguiu firme, lançando trabalhos como Imperialistas (2000) e Fui Punk… (2006), sempre mantendo o espírito cru e direto. Em 2008, ganharam até tributo com mais de 20 bandas — porque quando o respeito vem da própria cena, é porque o estrago foi bem feito. Mesmo com mudanças e perdas (incluindo a do fundador Makarrão em 2021), o DZK continua na ativa, provando que: 
 👉 o punk pode até tropeçar… 
👉 mas nunca para de andar. 
 🎸 Formação (atual) 
Barata - vocal 
Charuto - baixo 
Flexa - Guitarra 
Aquiles - bateria 


 🔥 Influência direta: ABC paulista, anos 80, barulho, resistência e zero paciência pra frescura.

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